a ferro, fogo e alma…

Escultura em Ferro – Assassinos de Inês de Castro

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Desde que Einstein formulou a teoria da relatividade, tornou-se irrelevante determinar onde é o centro do universo. É, sobretudo, onde um artista reproduz, no que nos parece estático, a própria dinâmica do universo: o triunfo do espírito sobre a brutalidade da matéria; ou ainda revela a brutalidade de alguns espíritos sobre a fragilidade da matéria orgânica.

Em última análise, todos os operários, das ciências ou das artes, ajudam-nos a perceber que o centro do universo pode estar em qualquer ponto onde o espírito humano coloque as suas referências… Ou o artista, a sua escultura… W.S.

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